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Carnavais Águia de Ouro

Carnavais Águia de Ouro (40)

Quinta, 09 Fevereiro 2017 12:23

2017 - Amor com amor se paga! Uma história animal

Escrito por Redação SPcarnaval
Segunda, 27 Julho 2015 11:13

2016 - Ave Maria Cheia de faces

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A tropicália ou movimento tropicalista foi um movimento cultural que surgiu sob a influência de diversas correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e internacional. Neste carnaval, a águia de ouro e a tropicália irradiam juntas suas magias.

A tropicália que surgiu de um país de natureza linda, de belezas infinitas, do sincretismo religioso e de uma grande miscigenação do folclore brasileiro e do povo tupiniquin, tupinambás, bumbaie-iê, batmacumba, bossa nova ou rock and roll, iracema e até canibais.

A tropicália sobreviveu e fez do movimento um instrumento de conscientização das massas contra a ditadura. a paz e o amor prevaleceu. O Brasil dos grandes festivais música popular brasleira, multitropicalismo em terras tropicais, em geléia geral, brasil tropical e outros parangolés... como dizia o poeta no seu cordel imaginário, tropicalismo a alegoria é a prova dos nove... um poeta desfolha a bandeira... pindorama, país do futuro: samba... carnaval... águia de ouro formando a grande geléia geral brasileira.

Na despedida, espaçonaves guerrilhas, a tropicália da paz e do amor! o movimento que não acabou e trouxe para outros carnavais as influências poéticas e ritmicas de um novo povo e uma nova tropicália. viva a tropicália!

Desenvolvimento

1º setor – país tropical
O país tropical, de araras e bananas não se curva diante da influência cultural de outras nações e, com seu poder de criação e inspiração, reage ao que lhe é imposto. neste carro, a visão carnavalesca dos momentos que marcaram um período importante da história do brasil é marcada por ícones da natureza exuberante do país tropical, do sicretismo religioso, ritmos e que fizeram parte do desenvolvimento da cultura de um movimento chamado tropicália.

2º setor – antropofagia e tropicália: devoção ou devoração
A antropofagia oswaldiana é o pensamento da devoração crítica do legado cultural universal. elaborado não a partir da perspectiva submissa e reconciliadora do bom-selvagem, mas segundo o ponto de vista desabusado do mau-selvagem, devorador de brancos.
a tropicália como estética reafirma a força da música popular como lugar de afirmação do outro, ou sua devoração, caldeirão multi-cultural que buscava através da alegoria das “imagens primitivas do brasil”, inserí-lo no cosmopolitismo do pobre. a alegoria como caminho necessário para transformar a alegria, o luto em luta, negando a busca da nacionalidade como valor essencialista, substantivo, e a arte tropicalista como instrumento de conscientização das massas, colocando a paz e o amor na guerra contra a ditadura militar.
devoração antropofágica. ditadura criada para impedir este país de copular a sua realidade e inverter nossa história.

3º setor – tropicália: os grandes festivais da música popular brasileira
Na década de 1960, o brasil vivia uma grande efervescência cultural da qual uma das pontas de lança era a música. foi nesse período de otimismo que foram criados os festivais da música popular brasileira.
alguns festivais foram marcantes, como o festival de 1967 que ousou desafinar “o bom tom” da música brasileira, predominante na época. com instrumentos acústicos e letras engajadas. gil apresentou “questão de ordem” ao lado dos beat boys com seu visual black power e guitarras elétricas. caetano trouxe “é proibido proibir” junto com os mutantes.
em 1968, tom zé defendeu “são paulo meu amor”. os mutantes concorreram com “2001” de tom zé e rita lee. mas, naquele ano, a grande revelação do festival foi gal costa que defendeu com maestria “divino maravilhoso”.
por meio dos festivais, a tropicália ganhou uma grande força no cenário da música brasileira e fez com que seus membros também alcançassem visibilidade.

4º setor – multitropicalismo
Resultado da conexão de jovens artistas da bahia, fonte da cultura afro-brasileira, com intelectuais de são paulo, o tropicalismo alcançou as imagens do cinema, da televisão, nas experiências sensoriais, nas performances dos artistas de rua e no teatro. o tropicalismo de caetano veloso encontra o cinema moderno e aponta “terra em transe” como uma das obras na origem mítica da tropicália. hélio oiticica dialóga nas artes plásticas com as influências da tropicália.
é essa relação entre procedimentos de linguagem que pode construir um fio condutor capaz de aproximar de forma produtiva, tropicalista a chanchada, cinema novo, cinema marginal, televisão, o teatro, artes plásticas... criando um multitropicalismo plural reivindicado em obras como a peça “o rei da vela”, os filmes o “bandido da luz vermelha” de rogério sganzerla; “macunaína” de walter lima, entre outros.
este impulso kitch que levou o tropicalismo musical a se aproximar da poesia concreta, do teatro oficina, da literatura moderna e do cinema, firmando a tropicália no movimento tropicalista que efervesceu no país da década de 1960.

5º setor – nave louca “a despedida”
Tropicália o movimento não acabou. surge a nova tropicália sofrendo as consequências dos punhos fortes da ditadura, os mentores do tropicalismo deixam o país numa nave surreal que denominamos poeticamente de “nave louca” carregada de emoção. com ela vão-se as esperanças de desenvolvimento de um movimento cultural vanguardista. porém, sua partida serve apenas para que os novos frutos da tropicália ganhem força e ultrapassem as barreiras impostas pela repressão.
salve a tropicália e outros parangolés!
tropicália, uma revolução na cultura brasileira. o movimento que não terminou!

Quinta, 01 Janeiro 2009 11:55

2009 - Enredo a Definir

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Ergue as asas mais uma vez a Águia soberana da Pompéia,feita de ouro,simbolo da grandeza dos deuses,senhora dos céus, simbolo do espirito humano,traz com seu canto a história de um povo forjado na força e na fé apresentando a alma que sensibiliza em sua habilidade artesanal.

Deus fez o Homem de barro e a Águia de ouro vem mostrar que o artesanato alem de ser mais viável é importante atividade economica do Pais, possui a real possibilidade de gerar empregos e, portanto reduzir a triste realidade da pobreza que nos assola, queremos enfatizar que a atividade artesanal tambem promove o desenvolvimento do principio espiritual, que nada mais é do que o conjunto das faculdades pisiquicas,intelectuais e morais do individuo que ao exercer o oficio de artesão, de criatura torna-se criador imagem e semelhante de Deus.

Queremos apresentar com isso a maravilhosa ferramenta que Deus, ao criar o homem de barro, colocou em suas mãos para que ele,o homem tivesse a possibilidade de prover seu sustento e o de sua familia alem de tornar-se um ser mais feliz,realizadoe produtivo, enfim portanto um ser integral,pois o contato com as matérias rústicas fornecidos pela mãe natureza lhe permitem a troca de energia com os elementos que lhes são próprios e isso lhe oferece uma experiencia única.

Levando em consideração esse preciosos aspectos de nossa proposta iremos observar essa arte que é tão fascinante quando seu povo destacando alguns pontos que servem de inspiração a arte do artesanato brasileiro,esses pontos serão: misticismo a religiosidade e o cotidiano.

Nosso compromisso é elevar ao mais alto grau o artesanato brasileiro com sua influencia multiétnica, suas profundas raizes qu7e apresentam um pais formado pelo colorido de sua gente como uma grande ciranda que nos irmana a todos em comunhão pelo nosso imenso Brasil,um Brasil feito a mão.

ABRE ALAS – SETOR 1

O HOMEM DE BARRO E A ÁGUIA DE OURO

Derrama ouro pela avenida ao passar e enche nosso olhos de luz, pois vemos nossa Águia com o brilho da coroa astral dos Deuses.A terra se levanta para formar o Homem de barro num cenário glorioso onde o barro, elemento da nossa terra se funde ao ouro elemento sagrado dos deuses abrindo nosso desfile com força desses dois materiais.

SETOR 2

O ARTESANATO MISTICO

O espirito forte da raça brasileira filha da terra donde surgiu conhece o canto das matas e o mistério dos indios que representam a alma da floresta retratada nas mascaras nas ceramicas e nos artefatos indiginas, tudo isso protegido pela força das carrancas e abencoado pelos orixás da Bahia num esforço de definir de alguma forma a grandeza mistica desse povo que cnta e ama o solo onde nasceu.

SETOR 3

A RELIGIOSIDADE

Divina luz que acalma a lama e encanta o olhar que percebe a benção de Maria na mais pura devoção, o sagrado esta presente mna oração desse povo sendo uma de suas maiores caracteristicas, uma fé verdadeira, vibrante, festiva e varonil que eleva o Brasil com seu artesanato sacro as mais altas categorias mostrando o fervor religioso de nossa gente.

SETOR 4

O COTIDIANO

Em nossa viagem por esse pais de dimensões continentais em uma profusão de cores encontraremos seu povo a retratar na sua artesania, a vida ctidiana, a moda da viola do Seresteiro sertanejo, na sanfona do forro,nas festas paroquianas onde o padre celebra o casório, na dança do boi bumba, nos retirantes nordestinos,no trato com os animais e no preparo da comida,são cenas simples mas de profunda sabedoria e grandeza.

SETOR 5

BRASIL FEITO A MÃO

Quando nos propormos a falar sobre o artesanato do nosso Brasil nos comovemos chegamos á conclusão que o nosso pais é ricamente representado na arte de seu povo,sobre tudo na arte artesanal,portanto nosso enredo é uma celebração ao Brasil com todas as suas nuances e contrastes, retratamos nesse ultimo quadro o que convencionamos chamar de o grande caldeirão mestiço, pois dessa poderosa mistura vemos surgir a grande diversidade plástica que hoje nos veste e nos torna quem somos.Mostraremosnesse grande final nesse ultimo setor que nosso Brasil é sim feito a mão, uam história de tres grandes raças , a negra , a branca e a indigina que se uniram pra formar essa raça nova corajosa,criativa, insinuante cheia de beleza em explosão de cores como o poder de suas matas.

Assim homenagearemos o nosso Brasil com a nobreza do outro e a soberania da Águia.

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