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Rosas de Ouro

Rosas de Ouro

Fundada em 1971 por um grupo de quatro amigos, José Luciano Tomás da Silva, João Roque “Cajé”, José Benedito da Silva “Zelão” e entre eles o seu eterno presidente Eduardo Basílio, que permaneceu à frente da escola até outubro de 2003, e dá nome à sua quadra. Hoje, uma das maiores e bem estruturadas de São Paulo.

Carnaval 2017 História Carnavais Rosas de Ouro

Terça, 01 Janeiro 2008 11:55

2008 - ROSAESSÊNCIA, O ETERNO AROMA

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Em uma área de terra, preparam-se, silenciosamente, misteriosamente, filtros e aromas; o perfume expande-se através dos cálices das flores, e o homem, desde a Antigüidade, tem procurado colher-lhes a íntima essência para conservá-la longamente, e, com o tempo, transformou isso em uma arte requintada e preciosa.

É anunciado o início do mundo!

Os guardiões da essência sagrada, liberam um magnífico odor sobre a terra obedecendo às leis do criador, que, misturada aos odores vulcânicos, fazem surgir de forma harmoniosa, uma verdadeira dança aromática.

Logo depois, o homem já se faz presente sobre a Terra e, circundado por flores e pelos seus aromas, sente nascer em si a ânsia de captar e aprisionar os perfumes da natureza.

A rosa, pela sua essência e beleza, é apreciada e cultivada desde os tempos mais remotos para ilustrar a arte do perfume e expressar o mais belo dos sentimentos humanos: o amor.

Mais tarde, o homem primitivo aprendeu a fazer o fogo e descobriu que certas plantas desprendiam fragrâncias agradáveis quando eram queimadas. Passaram, pois a oferecê-las aos deuses como forma de agradecimento, então, graças ao progresso realizado mediante a utilização do fogo, diversos povos da Antiguidade adquiriam a capacidade de tratar, como extrair deles as oleosas essências perfumadas.

Nascido no Egito como oferenda para os deuses, o perfume era considerado o néctar dos deuses e, com ele, a alma dos mortos podia ser tocada. Os perfumes transpuseram os limites dos templos e das pirâmides e se transformaram em um acessório apreciado pelos ricos mortais.

Considerado uma espécie de intermediário entre os homens e os deuses, o perfume teve uma grande importância em diversas civilizações da Antigüidade, exercendo uma enorme fascinação dos homens a ponto de que cada divindade tivesse o seu perfume.

Os povos semitas que migraram para o Egito produziram uma literatura importante contida, sobretudo, na Bíblia Sagrada reunindo um maravilhoso registro sobre a relevância do perfume no Antigo Oriente.

A história do perfume remonta há três mil anos e as lendas que envolvem sua criação vão mais longe ainda. Foi na Índia e na Arábia que surgiram os primeiros mestres da perfumaria. Ali já havia sido criada a água de colônia, obtida pela maceração de pétalas de rosas.

Os árabes não só compreendiam e apreciavam os prazeres dos perfumes, mas também tinham conhecimentos avançados de higiene e medicina.

As fragrâncias percorreram um longo e surpreendente caminho dos magos da Antigüidade aos alquimistas da Idade Média.

Na Idade Média, os cruzados conseguiam no Oriente os óleos perfumados, onde, mais tarde, os nobres e ricos de toda a Europa começariam a utilizá-lo despertando uma grande fascinação.

O perfume é relacionado a diversas coisas do mundo, é um impulso mágico do homem.

A perfumaria é uma arte alquímica, que dá total liberdade à imaginação.

Os aromas sensuais, juntamente às novas especiarias desconhecidas no Ocidente, encheram as lojas dos mercadores das cidades marítimas. Mais tarde o perfume ganha novos usos, como o terapêutico, por exemplo.

O esplendor da perfumaria florescia com a renascença. Foi então, na Europa, que o perfume desenvolveu e se popularizou. Mesmo feito ainda de forma artesanal, desempenhava sua forma social como parte dos luxos diários e necessários de toda mulher, encantando com suas doces fragrâncias e charmosos frascos, capazes de transformar os perfumes até os dias de hoje, em verdadeiros objetos de desejo.

Foi nessa época que Paris se tornou uma referência mundial em produção de fragrâncias e perfumes e fez com que os perfumes franceses conquistassem o mundo.

Embora tenha emergido na França, junto com o século XVIII, a indústria do perfume só chegou ao Brasil, junto com o século XX. O hábito de perfumar-se, veio com a Corte Portuguesa que chegou ao Brasil em 1808, fugindo dos exércitos de Napoleão. Coube a ela a tarefa de revelar ao Brasil pequenos luxos acondicionados em belos frascos, ao trazer em sua bagagem usos e costumes da metrópole.

Aos poucos uma personalidade inédita está se formando genuinamente brasileira, com valores próprios fincados em fundas raízes. Tem tudo para ser responsável pela próxima revolução da perfumaria mundial.

E assim o perfume da Rosas de Ouro é um pouco do céu que desce à terra e um pouco da terra que sobe ao céu.

...as pessoas podem fechar os olhos diante da grandeza, do assustador, da beleza, e podem tapar os ouvidos diante da melodia ou de palavras sedutoras. Mas não podem escapar ao aroma. Pois o aroma é um irmão da respiração. Com esta, ele penetra nas pessoas, ela não podem escapar-lhe caso queiram viver. E bem para dentro delas é que vai o aroma, diretamente para o coração, distinguido lá, categoricamente, entre atração e menosprezo, nojo e prazer, amor e ódio.

Quem dominasse os odores dominaria o coração das pessoas.

“... Há o poder de comunicação ao perfume que é mais forte de que palavras, de que olhar, sentimento e vontade”.

O poder de comunicação do aroma não pode ser descartado, entra dentro de nós como o ar em nossos pulmões nos ocupa completamente, não há antídoto contra ele.

Sair de casa sem borrifar a fragrância predileta, jamais!

ROSAESSÊNCIA

Não nos responsabilizamos pelos efeitos que nossas fragrâncias podem causar.

Carnavalesco - Jorge Marcos Freitas

Segunda, 01 Janeiro 2007 11:55

2007 - Tellus Matter - O cio da Terra

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Desde os primórdios da civilização o homem usou os recursos naturais para subsistir .Ele percebeu que a chuva que caía do céu era o elemento que fecundava a terra. E em sua ingenuidade ele tentou explicar a origem da terra e o milagre da vida. E acreditou ser ela uma obra dos deuses, e a gênese diz que Deus criou os céus e a terra.

Mas a ciência afirma que o planeta se formou após uma explosão gigante, o Big Bang. . A força que ordenou o planeta há 4.600 milhões de anos, deixou em suas entranhas uma multiplicidade de poderes geradores, e a mãe terra, no cio, está pronta para o milagre da vida. Há 3.500 milhões de anos surgiram no mar os primeiros seres vivos, de formas muito primitivas que foram evoluindo lentamente, dando origem a estruturas cada vez mais complexas, até se chegar a todas as formas de vida hoje existentes. E a água será sempre o elemento fecundador, responsável pela fertilização da mãe-terra. E gerando todos os seres, ela vai alimentá-los, dar-lhes abrigo, e ser o seu repouso no fim da vida, recebendo deles novamente o germen fecundo.

O homem foi povoando e percorrendo a Terra, que acreditava inicialmente ser plana e cercada por um oceano intransponível. Transpôs o oceano e percebeu que a superfície do planeta é curva. Mais tarde Pitágoras concluiu que a Terra é uma esfera e Nicolau Copérnico afirmou que ela gira em torno do Sol. Mas o fato determinante para o conhecimento do planeta foi a epopéia das grandes navegações. Graças aos navegadores foi criado o mapa-mundi, e há poucas décadas o homem conseguiu preencher os espaços em branco nas cartas geográficas, onde permanecia incerta a descrição dos territórios.

No giro de duas gerações ele preencheu essas lacunas, e, voltou seus interesses para os abismos marinhos e os espaços celestes.

Conquistando o espaço, o homem pode finalmente contemplar a Terra de longe e admirar o seu planeta, belíssimo, envolto numa luz azul, velada por nuvens em movimento sobre as figuras nítidas dos continentes recortados por oceanos de bazalto.

Mas enquanto o homem admira a terra do espaço, nem tudo é azul no planeta azul: A Mãe Terra sofre com a deteriorização do ecossitema, com a extinção de espécies de animais, o esgotamento das fontes de energia acumuladas durante milhões de anos, a alarmante degradação dos rios pelas escórias industriais neles descarregadas, a contaminação dos lençóis de água pelos agrotóxicos, a fumaça causada pelas queimadas nos campos e pela motorização excessiva nos grandes centros urbanos, o desmatamento indiscriminado que privou o planeta de grande parte das florestas européias e norte- americanas, e que consome em ritmo acelerado a floresta amazônica, responsável por dois terços do oxigênio e garantia de vida no planeta. A destruição da camada de Ozônio aumenta a temperatura, o derretimento do gelo nas calotas polares ameaça as regiões litorâneas de serem tragadas pelo mar. Enquando algumas regiões sofrem com inundações, outras vivem o flagelo das secas.

A Mãe Terra sofre, e a nossa Terra Brasilis Hoje, os filhos de bons rostos dessa terra de bons ares estão cada vez mais sem a sua floresta. Hoje ela é a terra dos sem-terra, dos sem-teto e sem-nada. A Terra Pátria, envergonhada, chora de tristeza, de ver tantos filhos seus, órfãos da Terra Mátria.

E a Rosas de Ouro faz ouvir a sua voz, pra que a Mãe Terra continue a gerar vida, como tem sido desde o início dos tempos, e que todos os seus filhos e herdeiros tenham direito a um pedacinho do seu chão.

A África é o berço da humanidade. Ali nasceu o Homo sapiens, negro, há 200 mil anos. Sendo a África uma região quente, sua pele era escura devido a concentração de melanina , que serve de proteção da radiação solar. À medida que foi migrando para o norte, em direção às regiões frias da Europa, sua pele foi se tornando progressivamente mais clara, culminando nos povos nórdicos.

Na África o homem evoluiu, criou a agricultura e a civilização. Na antiguidade os núbios, os etíopes, os kuch e os nok tinham um avançado grau de desenvolvimento, e os egípcios atingiram o apogeu de sua civilização. Os conhecimentos da civilização africana, via Egito, chegaram aos babilônios, persas, gregos, romanos, contribuindo para a civilização da Europa.

Até o século XV a África seguia seu próprio desenvolvimento, com importantes estados constituídos, como o Império Songai, o Império de Gana, o Reino do Zimbábue, o Reino do Daomé, a civilização Achanti (refinada pela sua arte), a civilização Yorubá (composta de cidades-estado), e a civilização Ilê Ifé, entre outras. Algumas cidades como Gao, Tomboctu, Djennê e Benim, eram mais povoadas que Lisboa, Veneza e Londres, e possuíam universidades. As sociedades africanas eram constituídas de várias etnias, ricas, complexas, plurais. Possuíam estrutura relativamente estável, e os reinos africanos gozaram de relativa estabilidade até a chegada dos europeus, para quem vendiam ouro, marfim e sal.

Os portugueses são os primeiros a chegar à África pelo Oceano Atlântico, em busca das riquezas do continente. Além de ouro, sal e marfim, em 1441 eles levaram a Lisboa alguns africanos como escravos, mais “curiosidade” do que mão de obra.

Com o descobrimento da América por Cristóvão Colombo, os portugueses vão dividir com os espanhóis as terras do Novo Mundo. E para construir suas belas colônias nas Américas, explorar suas minas de ouro e de prata, decidem escravizar os ameríndios, que não se submetem ao trabalho forçado. Fracassada a tentativa de usar mão-de-obra indígena, eles vão se voltar para os negros da África, iniciando um tipo de escravidão inédita, baseada no subjugamento de seres humanos em razão da cor da pele.

A justificativa para a escravidão negra é a Bula “Romanus Pontifex”, de 1455. Nela, o Papa Nicolau V concede ao Rei de Portugal, D. Afonso V, livre e ampla licença para “invadir, perseguir, capturar, derrotar e submeter todos os sarracenos e quaisquer pagãos e outros inimigos de Cristo onde quer que estejam seus reinos”.

Usando o nome de Deus eles vão cometer esse grave crime contra a humanidade, fazendo crer que a escravidão era a única maneira de salvar do inferno a alma desses homens “sem alma”. A religião foi o suporte ideológico de uma barbárie de “civilizados”.

Inicialmente essa mercadoria humana era constituída principalmente de populações vencidas por soberanos locais. Estabelecendo com os chefes vitoriosos um comércio baseado no escambo, trocavam com eles tecidos de seda, jóias, tabaco e armas, por seus prisioneiros de guerra. Com a intensificação das exigências comerciais, os pequenos reis levam os brancos ao interior do continente, organizando verdadeiras caçadas, ataques repentinos às aldeias, à procura da “madeira de ébano”. Milhares de pessoas são capturadas e chegam ao litoral em longas filas, como bestas humanas, chicoteadas e presas ao pescoço por pesadas forquilhas de madeira. Ali é feito o leilão, com os belos e fortes sendo escolhidos e velhos ou doentes sendo sacrificados. O comprador examina com cuidado a boca de cada um. Para cada dente que falte, o valor é reduzido.

Antes de embarcarem, no ponto do não retorno, que não veriam nunca mais, eram marcados com a cruz em brasa para que passagem do estado de “selvageria” ao estado de “felicidade”. Foram separados pra sempre de suas famílias, para que apagassem da memória suas lembranças e sua identidade cultural. Estima-se que o tráfico custou a liberdade a trinta milhões de pessoas deportadas para as Américas, sem contar as que morreram no momento da captura, na triagem ou nos navios.

Durante quatro séculos, portugueses, espanhóis, ingleses, franceses e holandeses, através do tráfico negreiro, vão esvaziar a África de seus homens mais robustos, das mulheres mais sãs, das moças e crianças mais belas. Perdendo suas forças vitais, o desenvolvimento demográfico do continente vai ficar paralisado por duzentos anos.

De todos os países americanos, o que mais importou escravos foi o Brasil. Estima-se que durante três séculos de tráfico intenso, o país vai receber entre quatro e seis milhões de pessoas. Como mercadorias eram transportados em navios negreiros, que chegavam a levar 600 africanos amontoados nos porões, acorrentados uns aos outros em condições sub-humanas. Durante a travessia, que durava dois meses, muitos morriam por doença, desnutrição, inanição, banzo (melancolia causada pela saudade da terra e de sua gente), ou desespero. Muitos eram jogados dos navios, outros se jogavam como resistência à escravidão, como se o mar os fosse devolver à África.

Na chegada ao Brasil, eram desembarcados como mercadoria, e substituídos por açúcar na viagem de volta.

Os primeiros desembarques aconteceram na Bahia, em 1548. Em seguida se estenderam a Pernambuco e Rio de Janeiro. Aqui novamente sofreram a humilhação da triagem, e após a venda eram marcados a ferro em brasa com a identificação do comprador.

Vão sofrer, além da violência física, a violência cultural, através da imposição do idioma português e da religião católica, em detrimento da cultura africana, das suas crenças religiosas e do seu modo de ser.

Aqui foram explorados nas lavouras e nos engenhos de cana-de-açúcar, e a qualquer manifestação de rebeldia eram amarrados ao tronco e sofriam todo tipo de tortura. Os fugitivos capturados tinham a orelha cortada e a letra F gravada na testa. Como reação a essa humilhação, aumentou o número de fugas, e a melhor forma de resistência foi a organização dos quilombos. O mais famoso, o de Palmares, recebeu tantos fugitivos que chegou a ter 30 mil habitantes. Sob o comando de Ganga Zumba e Zumbi dos Palmares, vai resistir durante 64 anos.

Com a decadência da indústria açucareira no nordeste muitos escravos são deslocados para a extração de ouro em Minas Gerais. E em Ouro Preto a teoria de inferioridade intelectual dos negros vai cair por terra, através do primeiro gênio brasileiro, Aleijadinho.

Com o crescimento das economias urbanas, os escravos passam a ser utilizados em outras funções nas cidades, como a produção e venda de produtos artesanais, ou o transporte de cargas.

A miscigenação aumenta, nasce o sincretismo religioso através das Irmandades dos Homens Pretos e de terreiros de Candomblé e Umbanda. Os escravos enriquecem o idioma português e fecundam a cultura brasileira com seus temperos, ritmos e danças, com a percussão de seus tambores, criando aqui os vistosos maracatus, as congadas, o jongo, a capoeira, o frevo e o samba.

Durante três séculos produziram as riquezas do país nos canaviais, nos garimpos e nas lavouras de café, condenados a viver na pobreza. Nessa vida de sofrimento e resistência, eles conservaram a integridade de sua condição humana, sonhando com o fim da escravidão.

Com o crescimento do movimento abolicionista e a pressão internacional, o Brasil será o último país a libertar seus escravos, em 1888. Mas após a assinatura da Lei Áurea pode-se dizer que acabou a escravidão?

Ela deixou uma marca tão profunda de preconceito racial, que impediu a elevação dos negros a uma condição de igualdade na sociedade brasileira. Eles continuaram escravos da relação de inferioridade econômica em relação ao homem branco, e do descaso histórico pela cultura afro-brasileira. A prática da Capoeira seria crime previsto no Código Penal até 1937, quando é liberada. E as tradições afro-brasileiras continuam vistas como cultura inferior, “coisa de preto”.

Hoje a Constituição Brasileira assegura a igualdade de direitos a seus cidadãos, sem preconceito de raça, opção religiosa, sexo ou cor. Mas a igualdade perante a lei não assegura aos afro-descendentes condições dignas de vida.

O Governo Brasileiro tenta resgatar essa dívida social, através do ensino da cultura afro-brasileira nas escolas, e a criação de cotas nas universidades para estudantes afro-descendentes. Mas um trabalhador negro com formação universitária ainda recebe salário menor que um trabalhador branco exercendo a mesma função.

Hoje 45% da população brasileira é afro-descendente. Muitos tiveram ancestrais reis e rainhas, mas por causa da melanina, hoje são apenas reis da ralé, da favela, da fome, da marginalidade, do trabalho pesado, da cozinha, do salário mínimo, do desemprego.

O mundo reconheceu a escravidão e o tráfico negreiro como um crime contra a humanidade, o Papa João Paulo II reconheceu a responsabilidade da Igreja nesse lamentável episódio da história da civilização, e o Presidente Lula, em comovente viagem à África, pede perdão pela escravidão no Brasil.

Mas não cabe apenas ao governo reconhecer essa dívida social. Cabe a nós, cidadãos brasileiros, em respeito à origem comum da raça humana e à nobreza do leite da mãe negra que amamentou nossos antepassados brancos, restaurar os direitos dos afro-descendentes, fazendo com que eles possam andar de cabeça erguida como nossos irmãos, através da promoção da igualdade racial.

Sábado, 01 Janeiro 2005 11:55

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