18.jpg
Tatuapé

Tatuapé

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé nasceu no dia 26 de outubro de 1952, fundada por Osvaldo Vilaça, o Mala, e seus amigos. A escola tinha, nessa época, o nome de Unidos de Vila Santa Isabel, em referência e homenagem ao local onde foi fundada, a Vila Santa Isabel.

Carnaval 2017 História Carnavais Tatuapé

Segunda, 15 Fevereiro 2016 10:25

Desfile de Cadeiras: Mauro Xuxa deixa Tatuapé

Escrito por

Após a conquista do vice campeonato do carnaval de São Paulo, o carnavalesco da Acadêmicos do Tatuapé, Mauro Xuxa, divulga nota agradecendo a todos e informa o seu desligamento a azul e branco.

 

logo220O presidente da Acadêmicos do Tatuapé, Eduardo dos Santos, segue mantendo o mistério em torno de uma série de aspectos que envolvem a apresentação da azul e branca no desfile de 2016.

O presidente avaliou o primeiro ensaio da agremiação no Anhembi. Na sequência, perguntado sobre a participação de componentes da coirmã Beija-Flor de Nilópolis na exibição oficial, ele despistou.

Quarta, 02 Setembro 2015 11:32

Acadêmicos do Samba

Escrito por

Acadêmicos od Samba

Terça, 18 Agosto 2015 16:03

Tatuapé: Festa de Lançamento Samba 2016

Escrito por

A Acedêmicos do Tatuapé realiza neste sábado, dia 22 de Agosto, a partir das 21 horas, a festa de lançamento do Samba Enredo 2016.

Camarote Open Bar R$ 80,00
Informações e reservas:
Fone: 11 4107-1728 (das 14h às 20h)
Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

logo220Sempre com os olhos atentos para formar as novas gerações de sambistas, as agremiações paulistanas realizam uma série de atividades sociais em paralelo aos projetos dos desfiles de Carnaval.

Na Acadêmicos do Tatuapé, a "Escola de Samba Mirim" está com suas atividades em pleno vapor junto aos pequenos, oferecendo diferentes oficinas em sua sede.

Sempre aos sábados, a partir das 16h, crianças e jovens, de cinco até dezessete anos, podem participar dos cursos de artes, dança e música, na quadra da Tatuapé, que fica na Rua Melo Peixoto, 1513. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 2093-5117.

Tatuape2016O carnaval de 2016 será carregado de emoções para a comunidade do Tatuapé.

Vamos fazer uma linda, emocionada, mas acima de tudo, justa homenagem à Beija Flor de Nilópolis. Ela, a Deusa da Passarela, a grande e importante co-irmã do carnaval carioca, uma das maiores e mais respeitadas escolas de samba do Brasil.

Sob as bênçãos de São Jorge, nosso santo guerreiro e padroeiro comum, com o mesmo azul do céu infinito, que nos faz sonhar com o branco da paz tão bonito, e das cores dos nossos pavilhões, vamos em busca da luz que vai iluminar nosso caminho rumo a vitória tão sonhada.
Vamos na certeza de um grande desfile, digna homenagem a escola que se notabilizou no carnaval pela qualidade, pela criatividade, pelo ineditismo e pelo brilho de suas apresentações que arrebataram admiradores e seguidores apaixonados, em Nilópolis, no Rio de Janeiro, no Brasil e no mundo. Através de seus desfiles inesquecíveis, mostraremos a trajetória triunfal desta agremiação que retratou em seus grandes carnavais a história, a vida dos brasileiros, suas cidades e personagens marcantes da nossa cultura, com suas fantasias, carros alegorias e sambas antológicos.

Faremos uma viagem pelos sambas, desfiles históricos e personagens marcantes, que não foram poucos. Essa gloriosa escola coleciona 13 títulos e 12 vices campeonatos ao longo da história.

Vamos fazer um desfile onde as pessoas sentirão a presença de cada momento marcante dessa linda história de amor ao samba, as escolas de samba e ao carnaval.

Quinta, 23 Julho 2015 16:27

História Tatuapé

Escrito por

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Acadêmicos do Tatuapé nasceu no dia 26 de outubro de 1952, fundada por Osvaldo Vilaça, o Mala, e seus amigos. A escola tinha, nessa época, o nome de Unidos de Vila Santa Isabel, em referência e homenagem ao local onde foi fundada, a Vila Santa Isabel.

Em 1964, com a mudança da sede  para a Rua Antônio de Barros, a escola passa a chamar Acadêmicos do Tatuapé. Nesta época eram famosas as rodas de samba na Praça da Sé e a batucada da zona leste era muito respeitada nesses encontros.

Osvaldo Vilaça, o Mala, era muito amigo de Mano Décio da Viola, um dos fundadores do Império Serrano e um dos mais importantes compositores de sambas enredo da história do carnaval do Brasil, alguns  deles para a própria Tatuapé. Todos os anos Mala ia ao Rio de Janeiro para ajudar o amigo a armar os enredos da verde e branco de Madureira, com ele ia o figurinista Álvaro Ribeiro. Fruto dessa boa relação a Império Serrano foi a escola madrinha da Acadêmicos do Tatuapé.

A Tatuapé foi por duas vezes (1969 e 1970) terceira colocada no desfile do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo (na época Grupo I) com os enredos "Império Tropical" e a "A Cama de Gonçalo", respectivamente. Sua bateria, comandada por Mestre Sagui, apito de ouro do carnaval paulistano, era muito respeitada por sua cadência e criatividade.

Nos anos 1980 viveu uma fase de declínio, culminando em 86 com a paralisação de suas atividades. Em 1991, já com Roberto Munhoz na presidência, a azul e branco do Tatuapé iniciou a caminhada de volta ao cenário do samba paulistano. Em 92 volta aos desfiles no grupo de seleção (na época vaga aberta) que marcaram o começo de uma fase de três anos de sucessivos bons resultados (1 campeonato e 2 vice-campeonatos). Em 95 volta a desfilar no sambódromo paulistano, já no Grupo II da UESP.

Em 2003, a escola foi a Campeã do grupo de acesso, levando 3 notas dez em todos os quesitos, com o enredo "Abram alas para o Rei abacaxi", depois de 28 anos, finalmente voltando ao Grupo Especial de São Paulo, ficando na frente de escolas como Pérola Negra, Tom Maior, Imperador do Ipiranga e Mancha Verde, todas favoritas daquele ano.

Em 2004, no carnaval temático em homenagem aos 450 anos da cidade de São Paulo, a Tatuapé trouxe como seu enredo o próprio bairro, e um dos fatos marcantes, foi que a Tatuapé foi a única escola juntamente com a Império de Casa Verde a tirar 5 notas dez, no quesito de alegoria, um feito extraordinário se tratando de uma escola recém-chegada ao grupo Especial, terminando em 9º (nono) lugar, entre 16 escolas, à frente de grandes escolas, como Camisa Verde e Branco, Leandro de Itaquera, Unidos do Peruche, Gaviões da Fiel e Vai-Vai.

Já em 2005, com enredo sobre o Pará, não repetiu o bom resultado, terminado em décimo terceiro lugar. Porém, é de se destacar que nesse ano seu samba-enredo, muito agradável de se escutar na voz de Nilson Valentim, esteve entre as músicas mais tocadas nas rádios paraenses e, assim como em 2004, a Acadêmicos do Tatuapé desfilou com a maior ala de baianas do Brasil, eram 200 baianas em uma só ala, fato inédito até os dias de hoje. Naquele ano a escola desfilou com 4.000 componentes, uma das maiores daquele ano.

Em 2006, com o tema Cooperativismo, a escola teve dificuldades  financeiras, e acabou rebaixada, porém ganhou o Troféu Nota 10, promovido pelo jornal Diário de S. Paulo, nas categorias Melhor Bateria e Melhor Mestre-Sala e Porta-Bandeira e teve um dos melhores intérpretes da nova geração, Celson Mody "Celsinho", que neste mesmo ano ganhou o Prêmio de Melhor Intérprete SASP do Grupo Especial. No grupo de acesso em 2007 e 2008, onde conseguiu apenas dois sextos lugares. Em 2008, recebeu certo destaque na mídia por ter criado o cargo de "Rei da Bateria".

Para o carnaval de 2009, a escola trouxe como rainha de bateria a ex-BBB Jaqueline Khury e cinco anos depois, faz novamente uma homenagem a seu bairro, em enredo desenvolvido pelo carnavalesco Fábio Carneiro. Mesmo assim, a escola terminou na 8ª colocação, com 329 pontos e desfilaria pelo Grupo de 1 da UESP, em 2010.

Em 2010, uma nova história se inicia na Tatuapé, com o retorno de Diretores afastados da escola desde 2007, com destaque para Eduardo dos Santos, Erivelto Coelho e Antonio Castro, entre outros, resgataram a auto estima da escola, trazendo vários amantes da agremiação de volta, trazendo também para seu time de canto Royce do Cavaco e com o Tema das estações do ano, conseguiu ser Campeã do Grupo I da UESP, ficando 2 pontos e meio a frente da segunda colocada, lembrando que as notas foram fracionadas, isto significa uma distância considerável, retornando assim para o Grupo de Acesso.

No ano de 2011, a escola do Tatuapé contratou o conceituado intérprete Preto Jóia, que fez um ótimo trabalho e trouxe como enredo "O domingo é especial". Foi a 2ª escola a desfilar em 06 de março de 2011, um domingo, levando à avenida um dos sambas mais comentados pela crítica e ganhando uma pesquisa popular do site SASP, como melhor samba-enredo do Grupo de Acesso, mas ficou em 6º lugar com 263,00 pontos, se mantendo neste grupo.

Em 2012 homenageou a cantora Leci Brandão e os próprios 60 anos da Tatuapé, com o enredo "Da arte do samba, nasci pra comunidade, defesa e essência. Sou guerreira". Para desenvolver o enredo, a agremiação contratou o carnavalesco Mauro Xuxa e o intérprete "Vagner Mariano dos Santos", o Vaguinho, às vésperas de gravar o CD oficial do Samba-Enredo. A final do samba ficou marcada na história da escola, com a presença da grande homenageada "Leci Brandão", que esteve ativamente participando dos preparativos, torcendo, incentivando a comunidade a dar o melhor de si e agradecendo a todo momento essa homenagem. No desfile oficial, a cantora, compositora e atualmente deputada estadual, foi aplaudida de pé pelos presentes no Anhembi. A Comissão de Frente trouxe guardiões e um casal de gafieira, além do primeiro casal de MSPB, Diego e Jussara, estreando na escola e já ganhando o Prêmio de melhor casal do grupo de acesso de 2012 do Troféu nota 10, do jornal Diário de S. Paulo. O veterano intérprete Vaguinho cantou o hino da azul e branco com extrema categoria.

A bateria de Mestre Higor acompanhou o samba com muita cadência, destaque para o naipe de chocalhos que deram um tempero todo especial à batucada. As alegorias e fantasias retrataram a vida e obra da artista; o seu nascimento, representado no abre alas, a trajetória musical e artística e sua ligação com a Estação Primeira de Mangueira. Um dos destaques foi a passagem da ala das baianas, que com muita simpatia e dedicação, mesmo com o horário avançado da madrugada, emocionaram o público. Um desfile compacto e o bom trabalho da harmonia garantiram uma apresentação tranquila e sem problemas. A grande homenageada veio na última alegoria. Neste ano ficou em 2º lugar do grupo de acesso de São Paulo, com 179,3 pontos de 180 pontos possíveis. A escola retorna para a elite do Carnaval paulistano.

Em 2013 a escola foi responsável por abrir a primeira noite de desfiles do Grupo Especial, programado para a noite de sexta-feira, dia 8 de fevereiro, com desenvolvimento do carnavalesco Mauro Xuxa, que pelo segundo ano coloriu a avenida com o enredo "Beth Carvalho, a madrinha do samba". Um ano histórico, e com certeza um dos maiores desfiles da história da agremiação, um carnaval muito bem planejado e inteligentemente executado. Das escolas que abriram o desfile da sexta-feira de carnaval em 13 anos apenas 4 conseguiram se manter no grupo especial e a Tatuapé foi uma delas.

Um desfile feito com muito cuidado, tendo 5 alas maquiadas, 2 carros alegóricos com grupos coreográficos, todos os calçados da escola foram decorados um a um, uma ala musical com mais de 30 pessoas no coral, teclado, mais de 5 mil rolos de espelhos utilizados, fantasias muito bem acabadas, justificando a nota 30. Enfim, mais um desfile memorável.

Em 2014 a Acadêmicos do Tatuapé teve a incumbência de fechar o desfile de carnaval de São Paulo, sétima escola a desfilar no sábado de carnaval, a escola fez bonito, com o enredo “Poder, fé e devoção. São Jorge Guerreiro”, 2.500 componentes divinamente fantasiados, carros alegóricos com sofisticado acabamento, alas coreografados, casal de mestre sala e porta bandeira em perfeita sintonia, bateria Qualidade Especial sendo a única a tirar nota máxima, ala musical esbanjando competência e cantando o samba, que para muitos entendedores de carnaval, foi um dos melhores do ano, a escola, cumprindo a risca o desejo de sua diretoria, fez o melhor desfile  de sua vida, chegando a ficar à frente em quase toda apuração, encerrado o sétimo dos nove quesitos validos o Tatuapé era o líder isolado na apuração, a sexta colocação ao final da apuração foi muito comemorada, merecidamente, por toda comunidade tatuapeense.

Para 2015 a escola prepara outro grande desfile, mais luxuoso e ainda maior que o desfile anterior, com o enredo “Ouro, símbolo da riqueza e da ambição” a escola conta com a força de sua comunidade, com a alegria de seu povo e com a competência de seus profissionais para fazer, mais uma vez, o melhor desfile de sua vida e, dessa vez, conquistar o título tão sonhado.


1º Setor: JORGE DA CAPADÓCIA E A VIDA DE JORGE SOLDADO

Jorge, nascido na Capadócia, atual Turquia, filho de cristãos, foi educado para lutar sempre contra o mal. Adolescente, entrou para a carreira das armas, por ser a que mais satisfazia à sua natural índole combativa, e, logo foi promovido a capitão do exército romano, graças á sua dedicação e habilidade. Tais qualidades levaram o imperador a lhe conferir o título de Conde da Capadócia, e Jorge passou a residir na corte imperial e a exercer a função de Tribuno Militar. Então, o Imperador publicou um édito que mandava prender todo soldado romano cristão que não reverenciavam aos deuses romanos. Jorge, que sempre se declarou cristão, manteve-se fiel ao cristianismo. Torturado de vários modos, seu martírio aos poucos foi ganhando notoriedade; a cada vitória sobre as torturas, Jorge ia convertendo mais e mais soldados. O imperador, contrariado, chamou um mago para acabar com a força de Jorge. O santo tomou duas poções e, mesmo assim, manteve-se firme e vivo. O feiticeiro juntou-se à lista dos convertidos, assim como a própria esposa do imperador. Estas duas últimas “traições” levaram Diocleciano a mandar degolar o ex-soldado em 23 de abril de 303 d.C..

2º Setor: PADROEIRO

São Jorge é venerado desde o século IV e recebeu o honroso título de “Grande Mártir”. A devoção a Jorge rapidamente tornou-se popular e seu culto se espalhou pelo mundo, durante a Idade Média. Conhecido como verdadeiro guerreiro da fé, durante as Cruzadas, começou a ser cultuado como santo, que segundo a lenda, venceu satanás em terríveis batalhas. Iconograficamente, São Jorge é representado como um jovem imberbe, de armadura, tanto em pé como em um cavalo branco com uma cruz vermelha. A imagem conhecida, do cavaleiro que luta contra o dragão, foi difundida a partir de um mito surgido em romances de cavalaria. Está relacionada às diversas lendas criadas a seu respeito e contada de várias maneiras.

Os ingleses acabaram por adotar São Jorge como padroeiro do país, assim como vários Lugares pelo Mundo, como, a Catalunha, Moscou e Portugal; já na África São Jorge é considerado padroeiro da agricultura.

A devoção brasileira à São Jorge deve-se à colonização portuguesa, assim como o sincretismo nas religiões de matriz africana. No Brasil, podemos destacar:

- É patrono dos Escoteiros, Bicheiros, Soldados, Policiais, Bombeiros, Armeiros, Cavaleiros, Seguranças e Serralheiros;

- É o Santo Padroeiro do Corinthians, acredita-se que sua história de devoção e fidelidade à verdade Cristã até o fim de seu martírio seja a origem do termo “Fiel”, popular entre os torcedores corintianos;

- É Padroeiro de várias escolas de sambas pelo Brasil com destaque para União da Ilha do Governador, Beija-flor de Nilópolis, Império Serrano, Imperatriz Leopoldinense, Porto da Pedra e Grande Rio, todas no Rio de Janeiro. E Gaviões da Fiel entre outras em São Paulo.

- Na astrologia São Jorge representa Marte e o signo de Áries.

3º Setor: SINCRETISMO RELIGIOSO

A força do venerado Guerreiro só explodiu no país a partir do sincretismo religioso com os cultos afro-brasileiros. Trazendo festas e tradições em vários pontos de regiões brasileiras.
Forçados a professar a fé cristã, os africanos trouxeram, suas crenças, suas divindades, suas lembranças…O único caminho para que pudessem cultuar seus orixás era disfarçá-lo como um culto a santos católicos.
A igreja católica naquela época, dizia que os orixás não passavam de demônios. Por isso o sincretismo religioso com os santos da igreja católica, pois os negros escravos eram obrigados a se converterem ao catolicismo, muitas vezes até mesmo no tronco, dizendo-se ser uma espécie de exorcismo. Quando os escravos se passavam por convertidos eles comparavam a história ou a lenda de um santo católico, e também o que cada um representava, com os santos africanos. Então São Jorge é associado a Ogum, orixá do ferro e das estradas.
NÚMERO: 07 e seus múltiplos.
Ogum é único, mas, em Irê, diz-se que ele é composto de sete partes. O número sete é associado à Ogum e ele; é representado nos lugares que lhe são consagrados, por instrumentos de ferro, em número de sete, catorze ou vinte e um….
Ele tem um molho de sete instrumentos de ferro: alavanca, machado, pá, enxada, picareta, espada e faca, com as quais ajuda o homem a vencer a natureza.
Agrado: oferecem-se as comidas da sua preferência: feijoada, inhame e xinxim acompanhados da sua bebida predileta: cerveja.

4º Setor: MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS

A popularidade de São Jorge é incontestável quando analisamos as diferentes linguagens artísticas:

Cantos (músicas), como: Jorge de Capadócia de Jorge Ben, interpretada também por Caetano Veloso, Fernanda Abreu e pelos Racionais MC’s. “Alma de guerreiro”, de Seu Jorge, São Jorge é citado. A música é tema de abertura da telenovela Salve Jorge. Lua de São Jorge interpretada por Caetano Veloso, Líder dos Templários de Jorge Vercillo, “Medalha de São Jorge”, que foi gravada pela Cantora Maria Bethânia, saudação a Ogum de Leci Brandão e Zeca Pagodinho com as musicas vou ascender velas para São Jorge e “ Ogum” outro sucesso de vendas..

Quadros, imagens (pinturas como em Paris, no Museu do Louvre, com um quadro famoso de Rafael (1483-1520), intitulado “São Jorge vencedor do Dragão”. Na Itália, existem diversos quadros célebres, como um de autoria de Donatello. A imagem brasileira de São Jorge seria, possivelmente, de autoria de Martinelli.

Contos (Livros, filmes, peças teatrais e novelas), existe um Livro sobre São Jorge criado pelo escritor italiano Tito Casini chamado “ Perseguidores e Mártires “, outro destaque é o Filme uma festa para Jorge da cineasta Isabel Joffily e Rita Toledo , no

Teatro foi através do ator Jorge Fernando com a peça “Salve Jorge” que o santo guerreiro foi citado e por fim, a novela “Salve Jorge” um sucesso de audiência de autoria de Glória Peres.

No folclore não poderíamos deixar de falar da cavalhada, que ocorrem em várias partes do país, onde nesta homenagem a São Jorge eles encenam o duelo do bem contra o mau, por este motivo, metade dos cavaleiros representam o mau com a cor vermelha e a outra metade a cor azul representando o bem ou seja nosso valente guerreiro.

As artes sempre estiveram presentes no cotidiano como canais de conexão e expressão entre o mundo interno pessoal e o mundo externo natural e coletivo. Marcas que deixaram e poderão deixar ao longo da história diversas culturas.

5º Setor: DEVOÇÃO

O dia de São Jorge é comemorado em 23 de abril. No sul do Brasil, o sincretismo com Ogum colabora bastante com a popularidade do santo.

Essa composição sincrética formada a partir de São Jorge-Ogum tornou-os nos mais populares ídolos religiosos no Rio de Janeiro, a ponto de se tornarem os patronos da maior parte dos times de futebol e das escolas de samba da cidade. O culto a São Jorge é maior que o culto a São Sebastião – santo padroeiro da cidade – ou a Nossa Senhora.

Na devoção de cada religião é marcada pela esperança de uma nova era para o mundo dos homens com igualdade. É o poder da fé que move montanhas, é a peregrinação dos caminhos da fé. Desde o desconhecido á celebridades da mídia. De um Brasil que se vive em harmonia, onde São Jorge convive com o povo brasileiro no seu dia a dia, e, que ele nos abençoe em todas as manifestações religiosas e festas da cultura do povo brasileiro. A ACADÊMICOS DO TATUAPÉ com poder, fé e devoção erguida ao longo de nossa história, pede passagem para contar em “canto e oração” a ação sociocultural de um santo nesse encontro mágico e poético chamado Carnaval.”

Terça, 01 Janeiro 2013 11:55

2013 - Beth Carvalho, a madrinha do samba

Escrito por
Página 1 de 5

Área Restrita

Apoio

© 2016 SPcarnaval.com.br- spcarnaval@spcarnaval.com.br - Todos os Direitos Reservados