24.jpg
Carnavais Tucuruvi

Carnavais Tucuruvi (40)

Quinta, 09 Fevereiro 2017 12:23

2017 - Eu sou a Arte: Meu Palco é a Rua!

Escrito por Redação SPcarnaval
Segunda, 27 Julho 2015 11:40

2016 - Celebrando a Religiosidade ,Tucuruvi Canta Festas de Fé

Escrito por Redação SPcarnaval

Sinopse do Enredo Não Disponível

Quarta, 01 Janeiro 2014 11:55

2014 - Uma fantástica viagem pela imaginação infantil

Escrito por Redação SPcarnaval
Terça, 01 Janeiro 2013 11:55

2013 - Mazzaropi: O adorável caipira. 100 anos de alegria!

Escrito por Redação SPcarnaval
Domingo, 01 Janeiro 2012 11:55

2012 - O esplendor da África no reinado da folia

Escrito por Redação SPcarnaval

 

O ESPLENDOR DE UMA CIVILIZAÇÃO QUE O MUNDO NÃO VIU
Negros primitivos de várias tribos, governados por reis e rainhas, habitavam o coração da África, que naquela época possuía uma terra fértil. A Mãe África preparou um lindo enxoval para acolher seus filhos, para garantir que eles tivessem uma vida próspera repleta de felicidade e paz, um continente onde havia fartura de ouro e diamantes. Sendo todo o reino protegido por bravos guerreiros. Seus povos viveram da criação de animais, da agricultura, da caça e da pesca. A região se transformou com o tempo em uma referência no comércio. Um povo dedicado ao trabalho que respeitava as suas autoridades, uma sociedade organizada que vivia com dignidade sem vestígios da interferência e existência do homem branco, era o esplendor de uma civilização primitiva.

O RESPEITO PELA NATUREZA, O SEU MAIOR TESOURO
Os povos da África se consideravam filhos da natureza, por habitarem o berço da natureza mais rica e exuberante da região. Dividiam suas terras com toda a fauna e a flora nascida do ventre da Mãe África e revoadas de pássaros que voam colorindo o céu. As savanas são o refúgio, o habitat dos animais exuberantes típicos da fauna, entre caça e caçador na luta pela sobrevivência. A biodiversidade marinha guardou verdadeiras obras esculturais de diferentes formas de espécies de peixes nas águas dos rios que banham a região. Ninguém até hoje pode provar a existência dos jardins suspensos da Babilônia, mas acredita-se que os jardins ostentados entre as florestas da África eram tão belos e perfeitos como os tais jardins que vários historiadores já descreveram e idealizaram. O mais incrível na cultura do povo ficou marcado no caráter de cada cidadão no respeito que eles tinham pela natureza, a preocupação em usufruir e desfrutar de seus recursos sem agredir e nem devastar, a conscientização pela preservação. Sendo a natureza o seu maior tesouro.

A FÉ E A RELIGIOSIDADE CULTURAL.
Um povo de muita fé, crenças culturais e uma filosofia de vida onde seus líderes espirituais tinham poder nas decisões tomadas pelos governantes. Entre seu povo havia as mães feiticeiras, curandeiras que utilizavam recursos da natureza como plantas medicinais e partes de animais mortos em rituais de magias para a cura de diversas doenças e maldições sendo consideradas doutoras das tribos, também realizavam partos de mulheres e animais e contribuíam na preparação dos banquetes nas festas religiosas. Outros personagens importantes para a sociedade, eram os conselheiros sábios das tribos, homens que possuíam domínio sobre previsões do futuro, utilizavam búzios e dentes de animais em suas consultas. Estes sábios aconselhavam reis e generais nas estratégias de guerra, na organização e na administração de todo o reino, ou até mesmo executavam o ofício de professores na educação das crianças, passando para a futura geração todo seu conhecimento. Uma cultura rica em tradições religiosas, marcada por rituais de danças ao som de tambores em agradecimento a Mãe África pela fartura e pela paz que reinava nas tribos, celebração de casamentos, festivais e danças tribais para celebrar a chegada de um novo filho ou a abundância da colheita; rituais de magia invocando os espíritos das florestas pedindo a proteção para seu reino dos espíritos maus da floresta, responsáveis pela peste, a miséria e a destruição das matas e das tribos. Eles acreditavam que foram criados pelo espírito da Mãe África e que eram protegidos pelos seus guardiões e que após a morte existia um reino perfeito onde eles iriam morar, sendo governados pela Mãe África livre de todo mal. Realizavam cultos sagrados em um grande templo construídos todo em pedras rústicas e palha para fazer suas orações e seus sacrifícios.

RIQUEZA DA ARTE AFRICANA.
O artesanato estava presente no dia a dia e em todos os momentos de suas vidas para suprir as suas necessidades. Utilizavam muita palha na confecção de cestos e trançados muito úteis na vida doméstica. A palha também era a principal matéria prima na confecção das casas das tribos, junto com a madeira, prezando a característica própria e rústica na arquitetura. As mulheres eram as principais artesãs das aldeias. Passavam grande parte de seu dia confeccionando peças e artigos para seus lares e ensinavam seus filhos. Confeccionavam suas próprias roupas com peles de animais e linhos. Faziam roupas bem coloridas, redes e colchas, adornos com dentes e búzios para utilizarem em rituais ou simplesmente para se enfeitarem. Amuletos para rituais e para proteção dos espíritos ruins da floresta. Extraíam do fundo dos riachos o barro muito bom para cerâmica, muito importante para os povos das tribos. Confeccionavam diversos tipos de vasos, de vários tamanhos, formatos e cores. Os nativos pediam permissão à natureza para extrair de suas árvores o material necessário para execução de suas casas, canoas, armas de guerra como arcos e flechas, lanças e esculturas talhadas em madeira. A arte era expressa pelas danças alegres das tribos, com indumentárias especiais e pinturas coloridas sobre o rosto e o corpo, ao som de tambores e flautas primitivas com movimentos fortes e sensuais.

ARTE E CULTURA BRASILEIRA HERDADOS DOS FILHOS DA ÁFRICA.

O ritmo do samba executado pelas baterias das agremiações, desde o início, esteve profundamente relacionado à África em sua essência, visto que, o ritmo originário do batuque africano, era utilizado nos cultos e rituais dos negros. E ao ser transplantado para as terras brasileiras, o batuque foi se adaptando às características locais sem perder sua estrutura e função. A batida dos tambores segundo o compasso das batidas do coração, seguia o ritmo pelas veias inspirando os movimentos do corpo na dança. Os negros que aqui se instalaram, na transição dos séculos XIX e XX na Bahia, tinham na cultura herdada pelos povos africanos um dos principais motivos de socialização e de conservação de seus costumes. Essa associação entre música e culto religioso foi um dos fatores que contribuiu bastante para a instituição de grupos diversos, que levou o ritmo africano para as ruas da cidade. Começou no nordeste e ao longo do tempo se expandiu para o sudeste brasileiro até chegar à Terra da Garoa. Adotando assim o samba, como elemento principal nos cordões, ranchos, blocos e, no final desse processo, as Escolas de Samba, que surgiram a partir da fusão de elementos de diversas manifestações carnavalescas. As disputas realizadas pelo negro, antigamente, era roubar o pavilhão rival através da dança, resultando hoje no bailado do mestre sala sendo guardião de sua porta bandeira. O cortejo rememorando a ancestralidade Afro-Brasileira não está apenas no batuque do samba, mas na ginga da capoeira, trazida pelos negros usada como defesa e transformada em arte com a mestiça brasilidade. A riqueza da gastronomia brasileira herdada das mulheres quituteiras, vindas da África trazia muito tempero e muita pimenta agregada às especiarias já existentes nestas terras, deixando o Brasil com um novo sabor. E hoje a raiz da nossa raça, traz os traços da beleza negra.

Nesta noite, a Acadêmicos do Tucuruvi, homenageia este povo de grande valor, que fez desta maravilhosa escola de samba ser o que é hoje, o quilombo da folia. Agradecemos ao negro por nos presentear com sua rica cultura que será exaltada na maior festa do mundo, o Carnaval Brasileiro, onde neste enredo a Tucuruvi é a guardiã da cultura Afro-Brasileira.

 

Sábado, 01 Janeiro 2011 11:55

2011 - Oxente, o que seria da gente sem essa gente. São Paulo, capital do Nordeste !

Escrito por Redação SPcarnaval

 

"..quando eu cheguei por aqui
Eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
Da deselegância discreta de tuas meninas..."
(Sampa, Caetano Veloso)

"... quando o verde dos teus óio
Se espaiá na prantação
Eu te asseguro, num chore não, viu?
Que eu vortarei, viu, meu coração!"
(Asa Branca, Luiz Gonzaga)

 

O poeta, quando migrou, não entendeu a deselegância discreta das meninas nem a dura poesia concreta das esquinas de São Paulo. E, na chegança, não viu o seu rosto quando encarou a cidade frente a frente. Os anônimos migrantes nordestinos que entram nos limites desta cidade minuto a minuto também sentem a diferença pela oposição que ela lhes oferece, numa dicotomia entre expectativa de desengano – principalmente para quem vem de outro sonho feliz de cidade e é obrigado a chamá-la de realidade. A feia fumaça apaga imagens prévias e ascende novas perspectivas com o girar dos ponteiros do relógio.

Esperança e desafio, até hoje trazem para a cidade grande, o valente homem do nordeste brasileiro. São atraídos e guiados pelo sonho de um eldorado, se lançam na aventura da busca de um lugar ao sol.

Um povo alegre, festeiro e trabalhador têm o sonho de ser reconhecido e homenageado no eldorado que ajudou a construir. Sonho, desilusões e realizações, estão presentes nos tijolos desta grande cidade que pelos nordestinos é chamado carinhosamente de (SÃO PAULO, CAPITAL DO NORDESTE).

Em nosso enredo, não há espaço para críticas, preconceito com ponto de vista, mas sim para agradecer ao bravo homem do nordeste, que muito contribuiu para o crescimento e desenvolvimento cultural e social da nossa querida São Paulo.

Uma visão carnavalesca: A magia da esperança e do arrojo do migrante aventureiro que supera as dificuldades para conhecer e conquistar outras terras, seu fascínio e encantamentos pela descoberta de novas paisagens, descobrir a diversidade cultural de nosso povo, sua vontade de vencer na vida, superando sua saudade da terra natal.

Uma mistura de sonho e realidade; uma São Paulo nordestina do cinza do duro concreto, as cores fortes e vibrantes, estão presentes na medicina popular, nos folguedos, danças, festas, personagens, ritmos, religiosidade e culinária do povo nordestino. Procurando manter vivas as diversas manifestações folclóricas e culturais (Mitologia, Lendas e Cancioneiro), que faz a história de um povo valente e guerreiro, hoje já integrado a sociedade. Apesar de tudo a vida é uma festa. O migrante nordestino em São Paulo, quer assumir a sua cultura e manter acesa a alegria de viver na cidade grande.

Tudo isto regado de muita alegria; aliás, uma das grandes qualidades do nordestino é que em seu rosto sempre há um espaço para expressar a sua gratidão à alegria de viver.

Mostraremos em nosso desfile no Anhembi, a reação de um grupo de migrantes nordestinos, chegando a São Paulo (Rodoviária), sua realidade (Terra seca, mas boa), sua gente, seu primeiro contato com a cidade grande e a hesitação diante das novas imagens da atração em terras de hábitos e cultura diversas (São Paulo).

A sua maior herança, o patriotismo (orgulho de ser brasileiro), o sentimento de valorização do seu país de origem, seus costumes e crenças da terra natal.
Nesta grande noite, onde a passarela é o centro das atenções, ao estilo festa popular nordestina o migrante comemora a sua integração, mantendo viva a cultura e tradição do povo nordestino tão presente no dia-a-dia da maior cidade da América do Sul. São Paulo: Capital do Nordeste.

O Forró vai levantar a poeira no Anhembi,
Haja coração,
Pra tanta emoção!!!

Sexta, 01 Janeiro 2010 11:55

2010 - São Luis do Maranhão - Um Universo de Encantos e Magias

Escrito por Redação SPcarnaval

INTRODUÇÃO - QUE DELÍCIA! CHEGOU O VERÃO

Verão é tempo de muitas coisas boas, como férias, viagens, brincadeiras e, claro SORVETE!

Ele alimenta, refresca e é uma delícia! Mas você já pensou de onde vem o sorvete? Como ele foi inventado? E principalmente, como se faz um sorvete?

A origem do sorvete causa polêmica, mas ele é unanimidade na hora em que a temperatura sobe.

A ORIGEM DO SORVETE E SUA HISTÓRIA

Um dos alimentos mais consumidos no planeta, o sorvete, por incrível que pareça, surgiu muito antes da primeira geladeira. Sua origem é cheia de controvérsias e lendas, mas a versão mais aceita atribui sua autoria aos chineses, por volta de 1000 a.C., quando talvez, algum cozinheiro criativo exprimentou usar flocos de neve com suco de frutas e mel para produzir uma iguaria diferente, animados com o resultado, ao longo dos séculos, foram experimentando...

Alguns pesquisadores afirmam que foi Alexandre, o Grande (356-323 a.C.), rei da Macedônia, o introdutor do sorvete na Europa, trazendo do Oriente uma mistura de salada de frutas embebida em mel que era guardada em potes de barro enterrados no chão e mantidos frios com a neve do inverno. Outra corrente de pesquisadores atribui esse feito aos árabes, que teriam aperfeiçoado a receita chinesa com o desenvolvimento da técnica de incorporar a neve ao suco de frutas e ao mel. Até então, a receita primitiva apenas acrescentava os ingredientes à neve, produzindo algo muito semelhante às atuais "raspadinhas". Os árabes garantem que "sorvete" é uma palavra de origem árabe, procedente de sharbat, que significa "bebida fresca".

O fato é que diversos registros comprovam o consumo do sorvete na Antigüidade. Babilônios, egípcios, gregos e romanos deliciaram-se com esta guloseima fria cuja preparação, entretanto, era muito complicada e cara, o que fazia do sorvete um prazer para poucos, lenda famosa é a do imperador Nero de Roma, que, de tão louco pela iguaria, mandava um exército de escravos escalar até o alto das montanhas para colher neve e depois misturá-la com mel e frutas.

Com a decadência da cultura antiga, entretanto, o consumo do sorvete se perdeu no tempo, até o final da Idade Média, época em que volta à cena por obra, dizem alguns historiadores, do mercador veneziano Marco Polo que, em 1295, teria trazido da China junto com o macarrão, arroz e algumas máscaras, na qual era grande colecionador, algumas receitas de sorvete a base de água, muito parecido com os atuais.

O sucesso foi tanto que logo, difundiu-se por toda a Itália, entre a realeza e a atistocracia italiana que adotaram os gelados de fruta como um prato de luxo, cujo preparo era considerado uma sofisticada arte, mantendo-se um privilégio exclusivo dos poderosos.

Catarina de Médicis, que ao se casar com o rei francês Henrique II, levou em sua bagagem receitas e chefes de cozinha que lhe serviam, diariamente, sorvetes dos mais diversos sabores de frutas. A neta de Catarina de Médicis casou-se com Carlos I da Inglaterra e, segundo a tradição da avó, também introduziu o sorvete entre os ingleses. Em portugal, o sorvete chegou durante o período de dominação espanhola, fazendo muito sucesso.

Até meados do século 16, o sorvete continuava a ser preparado com água, ou seja, sem leite. Só um século mais tarde, na Inglaterra, o leite ou seu creme, ovos e aromatizantes foram incorporados ao sorvete, o rei Carlos I que, diante de uma novidade tão espetacular, tornou ilegal o consumo da iguaria fora da corte real.

Em Paris, o Café Le Precope, a primeira cafeteria e sorveteria da cidade(que funciona até hoje), foi reduto de grandes personalidades da época, como, Napoleão Bonaparte, que não perdia a chance de degustar essa maravilha gelada. Até o século XIX, o sorvete era considerado alimento de gente rica, as damas da nobreza chegavam a brigar entre si(puxar o cabelo e sair na unha), porque uma roubava da outra o mestre sorveteiro.

A delícia cruza o atlântico e chega aos Estados Unidos, levado pelo italiano Giovanni Bosio, e conquistou o paladar dos norte-americanos rapidamente. Lá, a história dos sorvetes ganhou importantes capítulos e o país se transformou no principal produtor e maior consumidor desta iguaria no mundo.

Foram sorveteiros norte-americanos responsáveis pelas maiores invenções com o sorvete, no fim do século 19, criaram três receitas, o sundae, a banana split e o ice cream soda, que fazem sucesso até hoje e são ícones da cultura do país.

Durante a Feira Mundial de St. Louis, outro acontecimento inusitado resultou na invenção da casquinha. Um sorveteiro, vendo esgotar-se o estoque de pratos, resolveu servir seu produto nos waffles do estande vizinho, ai se teve a idéia de enrolar waffles emforma de cone.

Já o picolé, foi inventado na Itália, por um menino de 11 anos que esqueceu no quintal um copo de refresco com uma colher dentro durante uma noite de inverno, de manhã, ele notou que a bebida e a colher haviam congelado juntas. Em 1920, um fabricante de Ohio, Harry Burt, pôs a venda o primeiro picolé dos Estados Unidos. No mesmo ano, Christian Kent Nelson lança o Eskimo Pie, o primeiro picolé recoberto de chocolate.

O SORVETE NO BRASIL

Como toda mania que se difunde pelo mundo afora, o Brasil não poderia de maneira alguma ficar à parte dessa movimentação internacional em torno da novidade que as bocas européias e americanas saboreavam há tempos.

Foram os cariocas os primeiros brasileiros a experimentar a delícia gelada que já fazia sucesso em boa parte do mundo. No dia 23 de agosto de 1834, Lourenço Fallas inaugurava na Corte dois estabelecimentos - um no Largo do Paço e outro na Rua do Ouvidor - especialmente destinados à venda de gelados e sorvetes.

Para isso, importou de Boston(EUA), pelo navio americano Madagascar, 217 tonladas de gelo, que aqui foi conservado envolto em serragem e enterrado em grandes covas, mantendo-se por 4 a 5 meses. Não demorou muito para os sorvetes brasileiros ganharem um toque tropical, misturados a carambola, pitanga, jabuticaba, manga, banana, caju e côco.

Aqui no Brasil, o sorvete chegou a ser considerado o percursor do Movimento de Liberação da Mulher, pois, para saboreá-lo, a mulher praticou seu primeiro ato de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo bares e confeitarias, lugares ocupados até então pelos homens, reafirmando por um tempo, o caráter "transgressor" do alimento.

Pecado ou não, a verdade é que dentre os grandes apreciadores de sorvete no Brasil Imperial, nada mais nada menos que o Imperador D.Pedro II e sua esposa, assíduos freqüentadores da sorveteria, no Rio de Janeiro, sendo o sorvete de pitanga o preferido da monarca.

Em São Paulo, a primeiro notícia de sorvete que se tem registro é de um anúncio no jornal A Província de São Paulo, de 4 de janeiro de 1878, que dizia: "Sorvetes - todos os dias às 15horas, na Rua direita n°14". Na época, não havia como conservar o sorvete gelado, por isso ele tinha que ser consumido logo após o preparo, contudo as sorveterias anunciavam a hora certa de tomá-lo.

A evolução do sorvete no país deu-se a passos curtos, de firna artesanal e com uma produção em pequena escala e em poucos locais. A distribuição em escala industrial no país só aconteceu a partir de julho de 1941 quando, na cidade do Rio de Janeiro, foi fundada a U.S. Harkson do Brasil, a primeira indústria brasileira de sorvete. Dezoito anos mais tarde, a Harkson mudou seu nome para Kibon.

Desde então, a população foi se tornando cada vez mais adepta, dados da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes(ABIS) apontam que cerca de 500 milhões de litros de sorvetes foram sido produzidos no Brasil até o final de 2006.

Para incentivar ainda mais o consumo do sorvete no Brasil durante todo o ano, e não só no verão como é hábito no país, a ABIS instituiu, desde 2003, o dia 23 de setembro como o Dia Nacional do Sorvete.

Quem diria que aquela pasta misturada com suco de frutas e leite se transformaria num dos alimentos mais consumidos no mundo todo? Do Império para os dias de hoje a guloseima gelada ganhou a simpatia dos brasileiros em sabores, cores e formatos, simpatia essa que levaremos em 2008 para a avenida, sem dúvida, num delicioso e "caloroso" desfile.

"DERRETE NO MEU SAMBA QUE EU SOU BAMBA,

E TÁ GOSTOSO PRA CARAMBA"

Segunda, 01 Janeiro 2007 11:55

2007 - Renovar é Preciso...Pra que o viver seja possível

Escrito por Redação SPcarnaval

O Carnaval de uma Escola de Samba é a prova viva daquilo que pode classificar como "Renovação".

Ele nasce, como semente (Enredo), semeado em sua quadra, Floresce em seus projetos (Alegorias, Harmonia, Evolução) dá frutos culturais através de seus integrantes (Fantasias, Bateria, Letra e Melodia do Samba, Mestre Sala e Porta Bandeira, Comissão de Frente), que serão colhidos por todos e saboreados na avenida dos desfiles.

Plantado e colhido no tempo certo (cronometragem, concentração e dispersão) seu fruto deixará saudades. Após isso e retornado ao solo de sua quadra, esta, será trabalhada e adubada por sua diretoria que a manterá fértil (essência do trabalho comunitário associado ao carnaval) para que no próximo ano possa ser plantada uma nova semente cultural.

Assim é, e sempre será.

Página 1 de 3

Área Restrita

Apoio

© 2016 SPcarnaval.com.br- spcarnaval@spcarnaval.com.br - Todos os Direitos Reservados