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Quinta, 06 Agosto 2015 15:54

Império: Ensaio Todas as Quintas

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A escola de samba Império de Casa Verde realiza seus ensaios rumo ao carnaval 2016 todas as quintas.

A quadra da Caçula fica na 

Av. Engenheiro Caetano Alvares, 2042.

A rainha de bateria da Independente Tricolor, Helena Soares, mostrou que suas habilidades vão muito além do samba no pé e da beleza que encantam o público durante o Carnaval.

HelenaSoares

Há 6 meses das vésperas do carnaval de 2016, na noite deste sábado (1º), a Escola de Samba Dragões da Real, do grupo especial do carnaval de São Paulo, realizou mais uma fase das eliminatórias de samba de enredo, onde será escolhido o hino que será cantado durante o desfile oficial no Sambódromo do Anhembi.

TaniaOliveira

No último sábado (1º), a escola de samba Colorado do Brás, reuniu a sua comunidade na hora do almoço, para uma grande festa, regada a uma saborosa Feijoada com pagode de primeira qualidade ao comando do grupo Lero Lero, que animou o público presente. Na ocasião também foi apresentado para a comunidade o novo quadro de casais de mestre sala e porta bandeira, assim como foi entregue pelas mãos do Ednei e da Zélia, os responsáveis da AMESPBEESP, o pavilhão do enredo para o casal Vagner e Luana, os quais serão os portadores durante este carnaval em defende-lo.

Já no início da tarde, a feijoada que foi realizada no salão de eventos do Vila Maria Zélia, situado na zona norte de capital paulista, cedeu espaço para uma grande festa, onde foi realizado a final do samba de enredo rumo ao carnaval de 2016.

A escola de samba Águia de Ouro promoveu em sua sede social no último sábado, dia 25, mais uma edição da tradicional feijoada.

A rainha de bateria da Águia de Ouro, Cinthia Santos, foi um dos destaques do evento que reuniu mais de duas mil pessoas na quadra localizada na Zona Oeste paulistana.

A musa se prepara para comparecer, junto com a comitiva da agremiação, ao Carnaval de Asakusa, no mês de agosto, no Japão.

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A Império de Casa Verde divulgou seu samba enredo para o carnaval de 2016.

Confirra a letra:

Vem meu samba desvendar
Meu corpo arrepiar sou Caçador de emoções
Trago no peito um sentimento sem mistério
Bate forte coração minha paixão, te amo Império

Delirante...além da imaginação
O mundo é mesmo inexplicável, que fascinação !
Terra sagrada, abençoada, ensina decifrar o seu valor
Ouro de rara beleza…Eldorado encantador
A fé na minha vida é esperança
Força pro meu caminhar
Sigo a lança do destino…cada um com sua crença
Crendo na cura da alma e no poder divino

Diga onde andará...Nosso jardim
Paraíso a encontrar…riqueza sem fim
No Egito a perfeição e sutileza
O mar de ilusões...Atlântida
Mistérios dessas civilizações

Sinais em pedra...O dom de curar
Caminho traçado a outro lugar
Povo iluminado o tempo dirá
E o amanhã o que será ?
Quando a saudade me abraça eu olho pro céu
Vejo a luz que me acalma na imensidão
sinto a vida em outra dimensão
Chegou...do espaço sideral...uma nação guerreira
A grande estrela desse Carnaval

Sábado, 25 Julho 2015 11:45

Reinauguração do Cantinho do Peruche

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Neste Sábado, 25 de Julho, venha participar da reinauguração do Cantinho do Peruche com Reinaldo!

Na compra do ingresso para a apresentação do Sombrinha (01 de Agosto) ganhe ingresso para o show do Fundo de Quintal.

Reinauguração do Cantinho do Peruche

A Império de Casa Verde, segunda escola a desfilar no sábado, dia 06/02, apresentará neste sábado, dia 25, a partir das 22 horas, o tão aguardado tema para o carnaval 2016.

imperio da casa verde entre as escolas campeas do carnaval sao paulo

Quinta, 23 Julho 2015 17:14

História Morro da Casa Verde

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Dia 06 de abril de 1962, nascia a Sociedade Carnavalesca Morro da Casa Verde, em uma dissidência da escola de samba Unidos da Casa Verde. “Seo” Zezinho, conhecido pelo apelido de Zé do Banjo (na imagem acima feita pela página de carnaval Recordar é Viver - O Samba na Terra da Garoa), resolveu criar sua própria entidade. Antigamente no alto do morro tinha uma casa verde, que acabou dando origem ao bairro de Casa Verde.

Zé do Banjo era um dos bambas da época, com seu Banjo de baixo do braço, levava samba de melhor qualidade para as rodas do ritmo em São Paulo. Adorador da escola de samba Camisa verde e Branco e “louco” pela Estação Primeira de Mangueira, do Rio de Janeiro, que se tornou madrinha do Morro da Casa Verde.

E ai vem a pergunta que não quer calar, porque a Casa do emblema é Rosa se o nome é Casa Verde? Pois bem, antigamente ao chegar na ponte da Casa Verde, no alto do morro havia casa cor de rosa e um coqueiro verde, servindo de inspiração para que o Verde e Rosa tornassem as cores oficiais da entidade, com a Casa Rosa e o nome é em lembrança ao bairro.

Além de "Seo" Zezinho, a escola também contava com um dos maiores compositores da época, o saudoso Zeca da Casa Verde, que fez seus primeiros sambas no Morro, com grandes obras, como em 1972 "E que bom que vai ser, só quero ver, Todo mundo sambando pra valer, Sererim Sererim Ôba! Sererim Sererim Ôba". O Morro da Casa Verde participou do primeiro desfile oficial em São Paulo em 1968. Seu presidente fazia os próprios instrumentos juntamente com sua filha Dona Guga, sempre fazendo o que podia para levar a entidade ao desfile, mesmo com inúmeras dificuldades.

Dona Guga é a filha que mais se identificou com a escola e colecionou diversas brigas com seu pai por conta da agremiação. Com o sonho de ser porta bandeira, fez sua própria fantasia e contra a vontade de seu pai, desfilou como porta bandeira por três anos. Impaciente com a escola nas divisões de baixo, Dona Guga queria mais e após mais uma confusão com seu pai, no final dos anos 80, assumiu o cargo de Presidente da entidade. Zé do Banjo por sua vez não se conteve e fez de tudo para que a escola acabasse. Doou o terreno da antiga quadra, localizada ao lado ponte do Limão, para o corpo de Bombeiros (que até hoje se mantém por lá) e rasgou o Estatuto da escola e assim pensou que colocaria fim no Morro da Casa Verde. Seo Zezinho só não contava que o documento que rasgou era apenas uma cópia, pois a atual presidente estava com o documento original. No final das contas Zé do Banjo queria acabar com a escola que eles mesmo formou, mas não conseguiu!

No carnaval de 1986 ocorreu um fato marcante, enquanto a escola fazia seu último ensaio, Dona Janete, mãe de Dona Guga estava adoentada, e pediu para assistir o ensaio e gostou do que viu, principalmente da comissão de frente. Como precisava descansar resolveu voltar para sua casa, muito próximo ao ensaio, recusando o pedido de sua filha para acompanha-la. Dona Guga tinha costume de ver como estava sua mãe, depois de um tempo foi ver se estava tudo bem, quando se deparou com Dona Janete caída na porta de sua casa, de lá foi levada ao hospital e horas depois faleceu.

Nos anos 90, o Morro da Casa Verde contou com um time forte abaixo da presidente rumo ao especial, composto por: Márcia, Maísa, Claudia Valéria, Marcelo, Emerson (Careca), Anderson (Kinha), Alecsandra, Seo Job, Tatá (Otaviano), Chicão (Francisco), Pelé (Wilson), Charão (Claudio), e com um grande compositor Nelson Dalla Rosa. Bi Mestre Sala e Yara Porta Bandeira, também fizeram parte desse momento de ascensão .

Márcia, Maísa, Claudia Valéria, Marcelo, Careca, Kinha e Alecsandra, são filhos de Dona Guga e Seo Job, seu marido, que ajudaram na reformulação da escola. Essa família nunca abandonou e sempre lutaram juntos para que não deixasse a agremiação parar, no qual até hoje estão na batalha, menos Marcelo, que faleceu na semana do carnaval de 1994 e Kinha que faleceu em 92.

Charão, compadre de Dona Guga, sempre acompanhava o Morro da Casa Verde desde de pequeno, foi Mestre de Bateria, Mestre Sala e Diretor de Barracão, dentre outros cargos. Pelé é sambista da Bela Vista, primo de Zé do Banjo, tinha uma ala de passe marcado chamada ‘Ve se Entende’ na escola de samba VAI-VAI com Tatá (Otaviano) e Chicão (Francisco). Pelé foi o responsável, por trazer seus amigos Chicão e Tatá, para esse projeto de ascensão, que a escola tanto queria.

Nelson Dalla Rosa, foi um dos maiores compositores no samba paulistano, e foi no Morro suas melhores obras. De 1991 á 1993 teve obras geniais com a parceria de Toninho Sereno. De 94 até 97 teve também suas obras cantada na passarela pela Verde e Rosa, com belíssimas letras e refrões contagiantes como de 1996 “O MORRO É... É AROEIRA, MADEIRA DURA QUE NÃO QUEIMA NA FOGUEIRA, É SAMBA NO PÉ, PÉ NO CHÃO, EXPLODE CORAÇÃO”.

Em 1999, Nelson compôs o samba para o enredo Os Fantasmas na Opera do Theatro Municipal, desenvolvido pelo carnavalesco Nilson Lourenço, que estreava no posto de carnavalesco. Ele já era responsável pelas fantasias dos destaques de diversas agremiações da cidade. Essas mudanças aliada com um perfeito samba composto por Nelson, fez com que o Morro fosse consagrado com o vice-campeonato do Grupo 1, atual grupo de Acesso, alcançando o tão sonhado grupo Especial da escolas de samba de São Paulo.

No ano de 2000, conhecido como Carnaval dos 500 anos, o Morro estreiou no grupo especial com com o enredo Nobres e Nobreza, O Reino Unido Independente, de autoria de Nilsinho e o samba composto e cantado na avenida por Nelson Dalla Rosa. Terminando em nono lugar, esse é considerado o melhor desfile do Morro durante os três anos no grupo de elite do carnaval de SP.

Em 2001, a escola apostou no enredo O Maior Sonho do Universo. Extraterrestre no Carnaval de São Paulo, do carnavalesco Orlando Midaglia. A escola fez um desfile divertido e com um belo samba, composto por Da Silva e Garrafa. Já em 2002, infelizmente a escola não conseguiu se manter no grupo Especial e foi rebaixada para o grupo de acesso, com tema que exaltava o cantor e compositor Zeca Pagodinho. O samba de autoria de Christian Dimitrius, Emerson Brasa, Anelka e Cleber G. foi considerado um dos melhores daquele ano.

Uma das pessoas que também ajudou a escola foi Dona Judite (Tia Dudu), a heroína do Morro da Casa Verde. "Enquanto o Morro não estiver no especial, eu não vou descansar", diz Tida Dudu para sua comadre e sobrinha Dona Guga. Faleceu quando o Morro estava no Especial e até hoje deixa saudades.

De 2003 até 2008, com inúmeras dificuldades, sem quadra, o Morro colecionou vários altos e baixos. Em 2005 com um desfile alegre e descontraído foi campeão do Grupo 1 da UESP, homenageando a Bahia. Depois de idas e vindas entre o grupo de acesso e os grupos da UESP, o Morro se consolidou no grupo de Acesso do carnaval paulistano, estando nele desde 2009. Neste tempo a pior colocação da escola foi um quinto lugar. Após um honroso quarto lugar em 2014, a escola vem para o carnaval do 2015 com o enredo Entre Plumas e Paetês, marcando a volta do carnavalesco Nilson Lourenço para a agremiação.

Mensagem de Dona Guga!

Que essa historia seja apenas o começo, que não exista meio e muito menos final, e que passe de gerações e gerações mantendo viva a Verde e Rosa mais tradicional de São Paulo. Deixo aqui meus sinceros agradecimentos há todos que mantiveram e mantém vivo esta entidade. MORRO DA CASA VERDE, NEM MELHOR NEM PIOR, APENAS UMA FAMÍLIA UNIDA.

Quinta, 23 Julho 2015 17:13

História Mancha Verde

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No começo do ano de 1995, a Mancha Verde (Palmeiras) decidiu participar do Carnaval, acertando sua participação junto à UESP, e alterando seu estatuto. Porém, devido a uma briga entre torcedores da Mancha e da torcida Independente, do São Paulo Futebol Clube, a justiça decretou, ainda naquele ano, a extinção do então Grêmio Recreativo Esportivo Cultural Torcida Mancha Verde como pessoa jurídica.

Como os integrantes da torcida continuaram se reunindo após isso, para que continuassem a poder fazê-lo de modo oficial, em 18 de outubro de 1995 assinaram a oficialização do Grêmio Recreativo Cultural Bloco Carnavalesco Mancha Verde. Embora a Mancha como escola de samba tenha sido criada com novos CNPJ e estatuto, seus integrantes a consideram como a continuação da torcida extinta. Anos mais tarde, seria criada a torcida Mancha Alvi-Verde, desvinculada juridicamente da antiga torcida e então somente escola de samba.

Em 1996, ano de seu primeiro desfile, com um enredo alertando para a destruição da natureza, ficou em segundo lugar no Grupo de Espera (subindo para o Grupo Especial dos Blocos), em seu primeiro desfile oficial. No ano seguinte, cantando a “Noite paulistana, um convite ao prazer”, vence pela primeira vez o concurso dos blocos do carnaval paulistano.

Em 1998, tendo como enredo a palmeira, torna-se bicampeã do Grupo Especial dos Blocos Paulistanos. Tudo levava a crer que a Mancha Verde poderia ter sucesso.

Na tentativa do terceiro título consecutivo, o já consagrado bloco alviverde acaba em segundo lugar, com o enredo “Vinho, o néctar dos deuses”. Mesmo assim, foi consolidando-se como uma promissora escola de samba, tendo inclusive o seu samba cantado por Quinho, famoso intérprete de sambas-enredo.

Em 2000, a Mancha Verde estréia com escola de samba. Cantando um enredo questionador sobre os 500 anos do Brasil (“Brasil, que história é essa?”), fica em segundo lugar no Grupo 3 Oeste do carnaval de São Paulo, ficando atrás apenas da Lavapés, a primeira escola de samba paulistana. Este resultado eleva a escola ao Grupo 2.

Cantando os orixás no carnaval de 2001, vence pela primeira vez como escola de samba e ascende ao Grupo 1A, prosseguindo a sua vertiginosa senda de vitórias em apenas seis desfiles. No ano seguinte, homenageando a Força Sindical, vence o Grupo 1A e se aproxima do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo.

Em 2003, uma nova meta a ser alcançada pela surpreendente e jovem escola de samba: chegar à elite do samba de São Paulo. Exaltando a cor mais brilhante no coração palmeirense – verde -, a Mancha Verde mostra a sua força perante as escolas de maior tradição que compunham àquele grupo. Por razões até hoje contestadas, a escola fica em terceiro lugar, meio ponto atrás da vice-campeã Imperador do Ipiranga e um atrás da campeã Acadêmicos do Tatuapé, as escolas que voltaram ao Grupo Especial.

Mas, ao invés do arrefecimento, o aguerrimento. Consertando os equívocos e aperfeiçoando as virtudes, a Mancha provou ser uma escola estruturada no carnaval de 2004. Cantando “A saga italiana em terra paulistana”, faz um desfile sem erros e conquista, enfim, o tão sonhado título do Acesso e sobe ao Grupo Especial paulistano.

Em 2005, ano de sua primeira participação no grupo especial no Carnaval de São Paulo, terminou na 12ª colocação.

Em 2006, a Mancha Verde forma, juntamente com outra escola de samba oriunda de torcida organizada, o Grupo Especial das Escolas de Samba Desportivas. O regulamento da Liga prevê que caso duas escolas, que sejam ligadas a agremiações desportivas, estejam no Grupo Especial, as mesmas formariam um outro grupo, que só teria escolas de samba ligadas a torcidas de futebol. Já Mancha tentou provar que por ser uma pessoa jurídica diferente, não seria ligada a nenhuma torcida organizada. O juiz, porém, usou como base para indeferir tal pedido o texto que constava no então site da entidade, que acabou funcionando como uma confissão da tese contrária. A Mancha foi assim obrigada a desfilar sozinha no Grupo de Escolas de Samba Desportivas, onde torna-se campeã. Porém às vésperas do desfile, a Mancha conseguiu negociar com a Liga a transferência do desfile, da madrugada de domingo para segunda, inicialmente a data prevista, para a madrugada de sábado para domingo, junto com as escolas do Grupo Especial, sendo também avaliada pelos mesmos jurados deste grupo. Essa avaliação lhe garantiu a sétima colocação geral, muito embora a Liga não reconheça esta classificação.

Em 2007, a Mancha Verde novamente foi colocada sozinha num grupo à parte, sendo declarada campeã deste grupo, e inclusive participando do desfile das campeãs. Em relação ao Grupo Especial, obteve a décima-primeira colocação.

Em 2008, o Grupo Especial das Escolas de Samba Desportivas deixou de existir, fazendo com que a Mancha Verde voltasse a disputar com as outras escolas o título do Grupo Especial no carnaval.

Em 2009, falando sobre o estado de Pernambuco, com o tema Pernambuco: uma nação cultural!, a escola terminou na 10º colocação.

Em 2010, a Mancha Verde teve como enredo Aos Mestres com Carinho! Mancha Verde “ensina” como criar identidade! e teve também a volta do intérprete Celsinho do carnavalesco Cebola. Este último, desapareceu antes do desfile, pedindo desculpas posteriormente. No final, a escola conseguiu ficar em 4º lugar, à frente de tradicionais escolas. Não se sagrou campeã por apenas um ponto: 269, contra 270 da Rosas de Ouro.

Para o carnaval de 2012 a Mancha Verde teve como novo intérprete Freddy Vianna, e desfilou com um enredo afro, o que não lhe era característico. Pela terceira vez seguida, obteve o 4º lugar.

Em 2013, a escola abordou a vida e as obras de Mário Lago no seu carnaval. Tendo feito um desfile luxuoso e empolgante, a escola vinha para brigar pelas primeiras posições, mas devido as notas baixas em alguns quesitos, ficando em 13º Lugar, caindo para o Grupo de Acesso.

Para 2014, a escola foi a primeira a escolher o enredo, a reedição de 2006. A escola foi vice-campeã com 269.3 e com isso, retornou ao Grupo Especial para 2015, quando falará sobre os 100 anos da Sociedade Esportiva Palmeiras.

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